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segunda-feira, 2 de maio de 2011

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Olá a ti que vieste ler-me.
Sabes, ás vezes sou difícil de escrever ou descrever em meras palavras, mas hoje passei-me para texto.
E aqui estou em formato de letra, mas de um tipo frágil, como se tivesse pele, musculos, orgãos e coisas frágeis. Como se bastasse um sopro para me derrubar! Tem estado tanto vento...
Sou pequenina, tão pequenina que cabia no teu abraço se pretendesses proteger-me das tempestades!
Dói-me o peito muitas vezes, não sei porquê, nem sei por onde, mas é do lado do coração, tenho medo de morrer, ah mas as letras não têm coração, nem peito, nem dores!
Por isso hoje vim "praqui", hoje sou só um texto, porque lida por ti nada me derruba, nada me dói, sou forte, imponente e não serifada, sou isto visto por ti, que quanto a mim já não estou aqui!