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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

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O que vende hoje em dia? Sexo vende! Sempre vendeu!
Teresa sabe disso! Teresa lucra com isso!
Não que venda sexo ou que compre esse serviço mas sabe que todos os homens que a olham quando passa desejavam compra-la por umas horas! Usa-la e saboreá-la de todas as formas possíveis.
Teresa sabe de tudo isso.
E Teresa veste-se para isso!
Para que olhem e desejem, para que fantasiem e tenham vontade de persegui-la, tal qual presas indefesas a caminhar para o matadouro!
Os lábios vermelhos sorriem ao vê-los correr atrás da sua própria morte!
Teresa é fatal! Fatal como o vestido preto, curto e justo que trazia!
Mas Teresa é inocente e pura, é uma assassina, uma assassina doce e atraente!
Mata com prazer e de prazer!
Isto porque o sexo vende e o sexo mata, mata de prazer…
Tal como uma arma semiautomática, rápida e indolor!
Tira a alma aos corpos no auge do momento, a meio do inspirar e antes do morder de lábio, antes do gemido mas depois do fechar de olhos!
A alma sai e o corpo fica, o prazer passou e a vida terminou ali, nos braços da mais bela predadora!
Teresa, Teresa é o seu nome, embora ninguém a conheça por esse nome, Teresa lucra com sexo e mata, mata sem que ninguém desconfie disso até porque nunca ninguém morreu de prazer...
Nunca de tal se ouviu falar...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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Primeiro escolheu do armário as armas. Com a minúcia de um olhar experiente escolheu as mais fatais! Colocou-as, uma por uma, em cima da cama, fazendo-as encaixar, como quem mistura os ingredientes de um veneno mortal! E despiu-se... Fechou os olhos e acariciou-se! Adorava o seu corpo e desejava-o! Perfumou-o, assim nu, desejou-se mais ainda. Adorava um dia poder sair de si e consumir-se.
Abriu os olhos e, sorrindo, pegou na primeira peça da arma e começou a subi-la lentamente pelo pé, joelho e coxa, quase até à nádega! Colocou a segunda peça, tão lenta e sensualmente como a primeira. E, logo de seguida a terceira, esta na anca, prendendo-se nas primeiras peças. Depois encaixou colchetes e a terceira peça tapou-lhe os seios.
Olhou-se no espelho.
Estava montado o "esqueleto" da arma negra e decotada.
Cheirava a veneno e a pecado!
Revestiu o "esqueleto" com um vestido preto, justo, pelo joelho. O salto alto era vermelho. O relógio de prata. A pulseira fina e de bom gosto. O fio de pérolas e os lábios tão vermelhos quanto o seu sangue. O cabelo liso, castanho e suave envolvia-lhe as costas magras e sensuais...

Teresa era o seu nome, vestia a pele de uma predadora nata. Era uma arma semiautomática pronta a disparar num alvo escolhido a dedo e a olho.
E Teresa estava pronta.